Ele acordara no meio da noite. Virou-se para um dos criados-mudos que ficavam ao lado da cama, e olhou as horas. Já era bem tarde. Tateou no escuro um caminho até a cozinha, e apenas lá acendeu a luz. Pensou em algo para beber, e abriu a geladeira. Nada o agradou. 'Já que o sono se foi, por que não um café?', perguntou-se. Agora tinha uma caneca azul cheia de café morno em mãos. Andou até a sacada do quarto, tomou um gole de café. Admirou a noite, o céu negro de estrelas que brilhavam. Levantou a caneca ás estrelas. 'Um brinde á
solidão. Um brinde á frieza dos homens.'. E sorriu.
Nenhum comentário:
Postar um comentário