terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

les amoureux sont des amoureux.

Olhei para aqueles dois rostos felizes. O rosto dele completava a expressão dela, e eu sentia a alegria de ambos.

Sentia que os corações deles batiam numa bela sinfonia, floreada de acordes suspirados com paixão... Uma harmonia única, sentida por aqueles que amam... Pareciam dançar uma valsa quando se entreolhavam, ao som da balada dos sentimentos puros que tinham... Ela era a contralto dele. Ele era o barítono dela. Juntos, cantavam uma ária - a ária dos amantes - que aprenderam juntos, e tão rápido...

E eu, um simples amigo, assistia da plateia, essa ópera orquestrada, única e perfeita. 

Um comentário: