Meu peito pulsava rápido. Nervosismo? Ansiedade?
Não conseguia sorrir. Minhas mãos estavam trêmulas. Mais que o normal. Tinha um sono insaciável por agora, mas encontrei conforto nos minutos do recreio, quando li Clarice.
Porque há o direito ao grito.
Então eu grito.
E queria gritar. Libertar esse ar cheio de pensamentos inúteis que enchiam meu peito. Fugir. Buscar estrelas, sorrir. Queria novamente minha chuva, meus sonhos.
Poder sonhar.
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