- Confia em mim.
Ele disse, com aquela voz doce, que me confortava. Segurando no guidão da bicleta, me guiando, pra que eu não caísse. Tomei um impulso, e pedalei.
Ele não me segurava mais, eu pedalava livre. Como se tivesse voando.
E foi assim que aprendi a andar de bicicleta.
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