ele olhava para trás. Para seu passado, para o que fora, o que ainda era. E olhava pra frente, pr'aquele pôr-do-sol, pr'aquele mar lá em baixo. E o vento acariciava seu rosto violentamente.
Aquela farol, agora, voltava a funcionar, iluminando o mar, ao longe.
Ele olhou novamente pra trás, sorriu. E pulou, naquela imensidão escura a alguns passos dele.
Nenhum comentário:
Postar um comentário