Tarde da noite, ou seja, madrugada. Frio. Calor quente e aconchegante do peito dele me protegia. Meu estado era nada mais e nada menos que um desses etéreos, acordado-não acordado. Onírico. Você se levanta da cama. Some.
E segundos depois, te percebo na porta do quarto, naquele escuro, com aquele seu olhar faceiro que só vi em você e somente em você.
A me observar. E a sorrir.
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