Não tinha motivos pra questionar nada, pra chorar ou pra gritar (a não ser que fosse pra gritar aquilo que sentia, aquele azul cor-de-céu-claro na alma). Talvez só pra agradecer.E o melhor, ele sabia que a escolha solitude tinha partido... pra (quem sabe) nunca mais voltar.
E chovia.
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