Um devaneio o fez pegar o primeiro ônibus. Amaldiçoou quando viu-se fora do trajeto. Mas a recompensa fora grande: A noite o fizera companhia. As ruas vazias e silenciosas, banhadas de prata do clarão noturno, propiciaram sua filosofia. Cada rua cruzada o trazia uma memória, tal como aumentava seu único e momentâneo medo.
Pôs se a correr e cortar o vento. E sorriu.
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