Disse-me um sábio, em uma das minhas andanças, que medos não passavam de paredes, que me impediam de avançar. Que eram como o Santo dos Santos de um templo: através delas, encontra-se o sagrado...
Me armei. Corri, comprei uma daquelas marretas grandes, pesadas, de ferro... e comecei a quebrar cada uma das muralhas que me estorvam. Brinquei e me chamei de pedreiro: quebro o velho e feio e, por cima dele, fazer morada nova.
Vai um cimento aí?
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