Pôs seu melhor vestido, calçou seu melhor sapato e ajeitara as castanholas. Dançaria. Os acordes correriam pelas violas, e seriam aspirados com a fumaça da fogueira por ela. Dançaria a sevillana, mas seu coração dançaria o flamenco. O sorriso era máscara; desenhava-se o contorno da tristeza em seus verdadeiros lábios e a tristeza tomaria seus olhos. E o tilintar dos sapatos alto, a vida ficando baixa... e ela a dançar. E a vida passando.
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