domingo, 23 de março de 2014

o céu acinzentou e o vento pareceu parar. O sol deve estar naqueles dias tristes e foi logo se esconder nas cobertas brancas da sua cama azul. Aqui no chão o tempo tá num daqueles relógios de pilha fraca, de ponteiros indecisos que valsam pra frente e pra trás antes de prosseguir. Os filósofos logo se perguntam se esse dia existe ou é memória artificial, defeituosa. Branca, feito o dia. Finda ou continua? Existe ou dexiste?

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