me pergunto se tu orelha queima, de vez em quando, pelas vezes que repito teu nome. Ou se você senta na varanda da casa pra olhar o tempo e fumar teu cigarro e sabe que o mesmo céu que vê com seus olhos é o que divide com os meus. Deixa de bobeira, larga essa besteira em casa, pega tua bicicleta; traz pra mim o que é melhor de ti, faz florescer meu riso, sonhar com o sonho deitado ao meu lado. Faz melhor: só vem.
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