segunda-feira, 2 de maio de 2016

02/05/2016 - 16:00

feito oito o menino andou no meio da sala. Se pergunta sobre o sentido da saída. Ou o sentido da estadia. Se fica. Se vai. Ou se volta. Quando menos percebeu, tinha ido. Coragem de leão num bobo coração de coelho medroso. Saudosia de sambista na mente, olhos fixos num céu azul das quatro. Fingiu que as ruas seriam como as de uma Paris passada, coloridas de neve de castelo. Nas mãos um café forte, solução pra salsa que elas dançavam sem música e um cigarro que escrevia poesia de um amor passado, ao paraíso - os quais orava (ou não) pra que fossem lidos ao longe.

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