Sentei-me, sozinho, na cama. Não podia negar a inesgotável vontade de chorar, mesmo que meu corpo não permitisse que uma lágrima fosse vertida.
Eu havia me cansado. Cansado de agradar. Cansado de viver esse eu infantil, de enfrentar o mundo de maneira otimista.
E a queda veio. Eu estava alto demais, nas nuvens, num sonho que eu fazia o possível pra manter, querendo acreditar que a vida era feita de pessoas boas e felizes. Mas não, não é.
E agora, por essa queda, não quero ser mais o mesmo, não quero ser aquele eu criança, infantil, imaturo.
Que venha o novo, então.
Olá...beleza....gosto do que escreve..abraço!
ResponderExcluiralexandre.eells@hotmail.com