domingo, 13 de junho de 2010

Sentei-me, sozinho, na cama. Não podia negar a inesgotável vontade de chorar, mesmo que meu corpo não permitisse que uma lágrima fosse vertida. 

Eu havia me cansado. Cansado de agradar. Cansado de viver esse eu infantil, de enfrentar o mundo de maneira otimista. 

E a queda veio. Eu estava alto demais, nas nuvens, num sonho que eu fazia o possível pra manter, querendo acreditar que a vida era feita de pessoas boas e felizes. Mas não, não é. 

E agora, por essa queda, não quero ser mais o mesmo, não quero ser aquele eu criança, infantil, imaturo. 







Que venha o novo, então.

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