segunda-feira, 19 de julho de 2010

E era cedo. Ele se sentou, sozinho, com seu café quente, na beirada do prédio. A noite ainda vivia por algumas estrelas pingadas no céu. Mas o sol logo aparecera entre os prédios, ao longe. 

'Eu te amo', ressonou em sua cabeça. Mas ele logo se deu conta que era sua própria voz. 

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