Amor, amor, por que me procuras?
Queres novamente me ver chorar?
Mas agora te questiono:
Por que me incomodas?
Mentem e dizem-me que estás morto,
Mas teu espírito é vivo dentro de mim.
És como escudo e espada,
que fere e protege, que ataca e se revigora.
E sem coração me julguei,
mesmo sem saber que tu me revigorava
a cada queda, a cada nova ferida.
Viva, viva
O hedonismo do tolo
Que uma vez sem amor
Vive vazio, destruído
Falho, inútil.
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