domingo, 19 de setembro de 2010

Desconstrução do príncipe/princesa encantado/a ou príncipe/princesa encantado/a pelas avessas.

Numa das minhas andanças com cheiro de noite escura, filosofova sobre toda aquela vontade que todo ser humano tolo tem de procurar pelo príncipe ou princesa encantada.
Diziam os sábios gregos que nascíamos andrógenos, feitos de um par de cada membro. Mas tal perfeição fez com que Zeus os dividissem, e assim, desse início a busca pelo seu resto, ter sua harmonia de volta. Mas daí se vê necessário definir tal palavra: Harmonia, pra mim (e também pro dicionário), é feita de distinção, coisas ou seres diferentes somados.
Pra todo mundo, aquele salvador que vem sobre um cavalo ou aquela que te espera pra salvar sabe de tudo que você gosta, divide de mesmos gostos e ét cétera. Você quer harmonia ou igualdade? Se nesse mundo, todos fóssemos igual, tudo seria pior que o inferno. Imagine esse inferno na sua relação (E relações são feitas de harmonia, confiança e amor). Isso significa que o seu príncipe nunca, nunca, nunca será igual a você (a não ser que você seja um narcisista).


E você, não me importo se saiba pouco de video game e de mangá e que não tenha barba, que goste de andar na moda e não saiba andar de Chocobo. Meus olhos foram abertos, por você, pra você. E quem se importa se você bagunçou a minha vida ou não? Só me importo que seu cheiro grudou no meu travesseiro, e o seu corpo ficou desenhado na minha cama.



De janeiro a janeiro.

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