quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Sem sentido e interpretação.

Ela estava lá, sentada numa praça com cheiro de comida e amor errante. Era quarta-feira de cansaço, e ela espara há quase uma hora que ele chegasse, e depois de um chopp (ou uma bebida qualquer), a levasse pra casa e a fizesse se sentir viva numa cama fria de dois corpos quentes.

...

Os outros se realizavam, satisfaziam pela noite. E ela sentia a frieza da mesma, somada a letra da música que ecoava em seus ouvidos. E a levedura se tornava amarga, e mais amarga e mais amarga...








Ele não viria.

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