Acordara assustado, com gosto de sonho ruim na boca. Sentara-se na cama rapidamente, suando frio, mesmo com a baixa temparatura que a chuva criava. Olhava agora pro escuro, ausência de cor, treva. Mas logo sentiu um calor, daqueles que quebram até dos mais fortes gelos polares. Eram os braços dele, que se enrolavam pela cintura dele, protetores. O cheiro dele dançava pelo ar que fora frio, acalmava. E seus beijos lhe floreavam o pescoço.
Não lhe importava mais o frio, nem o sonho, nem o escuro. Tinha o paraíso em suas mãos.
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