quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Ode boêmia.

O sujeito, bem vestido, colete e calças sociais limpas e arrumadas, acendeu um cigarro. O local fechado, um pouco quente, nem mais o fazia suar. Pediu mais um drinque. E o jazz tocava no bar, floreado pela voz suave de um desconhecido e notas escuras no saxofone. Engoliu o álcool e esqueceu de que nada significava para ninguém.

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