domingo, 5 de junho de 2011

Puxei um desses bancos e sentei-me. Era engraçado ver o seu corpo, calmo e descansado sobre a cama, de se pensar do quê ou o quê dançava na sua mente, adormecida, quieta. Sorri e quis tocar teus cabelos, mas parei: não queria borrar a tinta da minha mais bela pintura, coberta de sonho e adocicada com teu perfume.

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