domingo, 22 de maio de 2011

E esse não é mais um daqueles textos açúcar-e-sal.

As palavras me fogem. Não sei mais se quero o latim, mas tenho certeza de que não quero a linguística, pelo menos por hoje. Uma memória ou outra, de um ontem, anteontem ou qualquer dia passado me faz sorrir, ou até mesmo meus olhos pairarem sobre os seus, longe, na lembrança, no coração. De ver qualquer outro casal que seja, homem ou mulher, e lembrar que eu, também, não tô sozinho na ventania lá de fora, de que eu tenho seus braços pra me acalmar e me esquentar. Pleonasmo: e como me acalmo, como me protejo! O tempo me diz que poucas horas correram, mas a saudade já me grita, quero dormir de novo no seu peito e ouvir o seu cochilar, e de até mesmo ter os seus olhos nos meus sem que nossas bocas se toquem.

E estas letras não mais são sobre altos tons e olhos marejados, são sobre sorrisos.

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