quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Dio come ti amo!

O viu de relance. Tudo parecera perder a cor, ganhar monocromia, um brilho de clássico. Perdeu os sons o ambiente. E tudo se tornara aquele que atravessava o saguão. A imaginação distorcia a cena: sentia se correndo para os braços dele, e ele correndo para os seus, sentindo aquele perfume que conhecia mais que ninguém, onde um beijo coroariam-nos reis.

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