Do infinito
Vem o grito
Das Erínias
Puras e alvas
de mãos ensaguentadas.
Crime, crime,
de culpa sublime,
vêm me castigar.
Pelos céus me arrastar,
pelo hades me perseguir.
Culpa, culpa,
sois tu minha maldição,
que clama por vingança
e não cessa
até que o coração
cesse de bater.
Folhas verdes e piados secos em relvas molhadas
ResponderExcluirPermitam que o menino cante
que a semente se espalhe
e que sua culpa derreta e desça
mar abaixo