Bateram aquelas doze badaladas, no relógio mudara o número: o um se tornada dois. O 11 se tornara 12.
Os olhos correram o lugar, banhado de chuva e álcool, e acharam os dele, no meio do desespero. Correu. Não esperou palavra, selou o passado e o presente com um beijo. E o futuro.
Não é que dizem que se alguém vira o ano com um outro, é com ele que se fica?
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