O cheiro que me vem dessa casa já se tornou natural. Aquele colchão no chão tem tatuado você, de corpo todo, fio-a-fio, parte-a-parte. E a casa tem uma sombra colorida, dessas feito um daqueles fenacitoscópios, que se move a cada piscar, lenta, vívida. E não sei por que causa ou motivo esse cheiro de louça lavada só me lembra duma coisa: você.
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