e que azul,
que passou e deixou
o resto das estrelas
brilhantes, vivas
nesses olhos tão
tão meus
tão teus
é. Que maestro és! Foste, com alguns movimentos simples, e me roubou suspiros orquestrados, amores bem pensados: como ordenaste as notas das batidas do meu coração e fizera tão absurda sinfonia! Hoje, a orquestra não vive sem ti - maestro único, allegro ma non troppo - que por ela arranca do mundo aplausos do tamanho de galáxias. Teus passos são sinfonia, três em três, que te trazem pelos caminhos feitos em partituras bem escritas. Compõe a nossa vida em azul - claro, bonito, sem lágrima - e só seja meu: meu virtuose, meu compositor, meu maestro.
BRAVO!
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